A Alguns dias estivermos na capital, membros da executiva do PSDB municipal visitando o Superintendente do Serviço Funerário do Município de São Paulo, Roberto Tamura e o Diretor de Gestão Operacional da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos – SP) Evandro Losacco, qual aproveitou para agradecer o trabalho dos tucanos de Capão Bonito nas últimas eleições e a confiança da população, onde como candidato a Deputado Estadual teve uma significativa votação, mas o assunto principal do encontro foi mesmo às próximas eleições, ficando clara a intenção do partido em ter uma candidatura própria para disputar o Executivo local, tendo em vista o excelente quadro de filiados do Partido, sendo citados alguns nomes como do empresário Isaias Antunes, do Professor Daércio Simonetti e dos vereadores Abner e Dr. Hélio Yukio alem do sempre lembrado Dr. Hélio de Souza como principais destaques para esta empreitada, foi salientado também a importância de o PSDB ter bons nomes para concorrer ao legislativo e possíveis alianças para este pleito.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
FHC - "O Papel da Oposição"
A revista Interesse Nacional, coordenada pelo embaixador Rubens Barbosa, publicou nesta quinta-feira, artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Nele, o presidente de honra do PSDB, faz uma ampla avaliação sobre “O Papel da Oposição”.
No longo texto, já antecipado pela imprensa, FHC começa sua avaliação na década de 1970 quando, apesar do amplo apoio popular aos militares -Médici, o mais repressor dos generais-presidentes, chegou a ter 75% de aprovação -, a oposição não desanimava, persistia e passou a ter vitórias eleitorais a partir de 1974.
O ex-presidente passa pela importância do seu governo, sem esquecer o período Itamar Franco, destacando as privatizações, as agências reguladoras, a estabilização da economia e, principalmente, o processo de inclusão por meio de programas sociais, iniciativas que, no conjunto, são responsáveis pela ascensão e a melhoria das condições de vida e de trabalho de milhões de brasileiros.
Fernando Henrique observa que os partidos políticos devem manter um processo permanente de atualização de posições, de forma a não ficarem desarticulados diante das sempre novas e dinâmicas necessidades da população. FHC lembra que, sem excluir classes, novos segmentos sociais devem ser aliados e suas reivindicações representadas pelo Partido.
É uma forma de incluir imensas maiorias que estão fora do jogo político-partidário, lembra. FHC conclui com uma pergunta: “Se nada tiverem a ver com as múltiplas demandas do cotidiano, como acumularão forças para ganhar a sociedade?”
Nos links abaixo, a íntegra do artigo e a entrevista que o ex-presidente concedeu na tarde de 12 de abril à Radio CBN. “Eu não quero que se deixe ninguém de lado. O que eu digo é que todos os dias surgem novas aspirações”, esclarece Fernando Henrique.
Integra do artigo
Entrevista à Radio CBN
No longo texto, já antecipado pela imprensa, FHC começa sua avaliação na década de 1970 quando, apesar do amplo apoio popular aos militares -Médici, o mais repressor dos generais-presidentes, chegou a ter 75% de aprovação -, a oposição não desanimava, persistia e passou a ter vitórias eleitorais a partir de 1974.
O ex-presidente passa pela importância do seu governo, sem esquecer o período Itamar Franco, destacando as privatizações, as agências reguladoras, a estabilização da economia e, principalmente, o processo de inclusão por meio de programas sociais, iniciativas que, no conjunto, são responsáveis pela ascensão e a melhoria das condições de vida e de trabalho de milhões de brasileiros.
Fernando Henrique observa que os partidos políticos devem manter um processo permanente de atualização de posições, de forma a não ficarem desarticulados diante das sempre novas e dinâmicas necessidades da população. FHC lembra que, sem excluir classes, novos segmentos sociais devem ser aliados e suas reivindicações representadas pelo Partido.
É uma forma de incluir imensas maiorias que estão fora do jogo político-partidário, lembra. FHC conclui com uma pergunta: “Se nada tiverem a ver com as múltiplas demandas do cotidiano, como acumularão forças para ganhar a sociedade?”
Nos links abaixo, a íntegra do artigo e a entrevista que o ex-presidente concedeu na tarde de 12 de abril à Radio CBN. “Eu não quero que se deixe ninguém de lado. O que eu digo é que todos os dias surgem novas aspirações”, esclarece Fernando Henrique.
Integra do artigo
Entrevista à Radio CBN
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